Um pouco de historia (da Apple) (1 )
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Tópico: Um pouco de historia (da Apple)
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Um pouco de historia (da Apple) 2007/08/25 16:48
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Num sabado de solidão qualquer resolvi fazer esse topico com um pouco da historia dos equipamentos e tambem da propria Apple computer espero que o pessoal daqui goste vou atualizando com mais coisas em breve (Espero que o pessoal se sinta avontade para colocar material no topico ja que sei que tem muita gente velhinha em Apple aqui hehehe) Ai galera por causa desse topico acabei de criar um blog com Tudo sobre Informatica e Tecnologia em geral. pois sou um apaixonado pelo assunto não tenho muito tempo mais pretendo publicar nesse blog curiosidades legais sobre a historia dos Computadores. e Equipamentos Eletrônicos Espero que gostem Dica visitem o site http://www.apple-history.com/ Mas para esse topico vou pegar coisas de outros sites de preferencia em portugues ok Apple II Quem poderia imaginar que um emaranhado de circuito integrados fabricados na garagem de um engenheiro apaixonado por terminais eletrônicos viesse abocanhar o grande mercado americano dos micros e se tornar famoso mundialmente? Certamente, Steve Wozniak não acreditava nisto quando, em 1976, levou ao conhecimento da Hewlett um terminal e um BASIC, desenvolvidos por ele, baseados no microprocessador 6502, um recente lançamento da MOS Technologv, e depois vendido à Commodore. A HP não se interessou pelo projeto mas Steve Wozniak e seu amigo Steve Jobs resolveram levar aquela brincadeira adiante. Uma das vantagens do produto de Wozniak foi o fato de ser baseado no 6502, uma evolução do 6800 que havia sido lançado um ano antes pela Motorola. O 6502 foi desenvolvido por ex-funcionários da própria Motorola que procuraram introduzir pequenas modificações na sua arquitetura interna e no processo de fabricação, com vista a diminuir o custo final do produto. O idealismo de Steve Wozniak aliado à visão empresarial de Jobs e mais a experiência em comercialização de Mike Markkula, que se juntou ao grupo, tornaram o Apple II (a versão final do modelo semi-acabado do início) um produto de forte impacto no mercado americano. Mais do que um equipamento, o Apple II criava um novo conceito de micro-pessoal. Era uma máquina aberta em termos de hardware (pronta para receber todas as inovações que certamente surgiram), baseada num microprocessador de baixo preço e com dois fortes apelos: cor e alta resolução gráfica. Após o impacto alcançado pelo Apple II, a empresa lançou o Apple II Plus, uma nova versão com um BASIC desenvolvimento pela Microsoft, o Applesoft, residente em ROM através de uma placa adicional de hardware. O integer BASIC do modelo inicial passou a ser uma opção em disco para o II Plus, com a necessidade de mais 16kb de RAM. (O APPLE I, o primeiro APPLE da história, o original construído por Wozniak e Jobs, foi o marco que deu início a um dos mais fantásticos micros de todos os tempos.) Ainda em cima do vitorioso modelo II, a Apple lançou o IIe que traz algumas implementações: a inclusão de letras maiúsculas e minúsculas e mais 16Kb de Ram. Na verdade, o IIe é um projeto com uma diferente concepção em termos de hardware, pois, nele o número de chips diminuiu e estes passaram a ser propriedade da Apple Computer, não mais encontrados facilmente no mercado como os do II Plus. O Apple III, que surgiu no fim de 1980, apresentava-se como um computador profissional para processamento da palavra ou contabilidade comercial, mas teve vida curta. Seu sucessor, o Apple III Plus, que permaneceu no mercado durante a década de 80, mas nem de longe alcançou os números de vendagem do modelo II. Apesar dessa diversidade de versões e modelos, podemos destacar algumas características técnicas de hardware e software que caracterizam a linha. Como já foi dito, a UCP é baseada no microprocessador 6502, com o clock de 1 Mhz. Na configuração mínima temos 12 K de Rom e 48 Kb de Ram, conector de saída para vídeo, para gravador cassete, teclado alfanumérico, além de oito slots para entrada de expansões e periféricos. O formato do vídeo em modo texto gera 24 linhas x 40 colunas e em modo gráfico 48 linhas x 40 colunas (baixa resolução) e 192 x 280 pontos (em alta resolução). O sistema tem capacidade para gerar 16 cores, sendo seis em alta resolução. O sistema operacional em disco é o DOS 3.3 que lançado em 1980 para substituir o DOS 3.2 já trazia algumas deficiências, como a lentidão na recuperação de arquivos. Para superar essa e outras falhas, a Apple lançou o PRODOS, um sistema mais rápido e sofisticado que introduz novos comandos, como o FRE, FLUSH, STORE e RESTORE. Todas essas características que marcam os equipamentos da linha Apple acabaram por não se limitar ao universo de Steve Wozniak. Impulsionadas pelo sucesso de vendas alcançado por esses micros, elas se estenderam muito além da fronteira americana, servindo de espelho a centenas de outros fabricantes. No Brasil, a história americana se repete, isto é, a febre dos Apples r tomou conta do país. Na época nada mais nada menos do que dezoito equipamentos dessa linha disputavam o efervescente mercado brasileiro dos micros pessoais. OS FRUTOS NACIONAIS O lançamento do AP (Unitron), Maxxi (Polymax) e Microengenho (Spectrum), na Feira de Informática de 1982, no Rio de Janeiro, inaugurando a entrada da linha Apple no Brasil. Fidelidade ao modelo original foi a palavra de ordem dos que se lançaram nesse mercado. O velho conceito de que não se deve mudar o que está dando certo foi seguido a risca pela maioria dos fabricantes. Além disso, ser a cópia mais perfeita do Apple é até política de marketing de algumas empresas. É claro que não se podia esperar do fabricante nacional sofisticadas implementações o que resultaria em problemas de compatibilidade com a linha limitando o uso do vastíssimo banco de programa disponível para Apple. Mas algumas empresas nacionais descobriram que é possível fazer adaptações sem alterar o equipamento a ponto de torná-lo incompatível a nível de software. A Unitron colocou no mercado um equipamento idêntico ao II Plus, inclusive com o mesmo design. A implementação da empresa ficou por conta do AP TI (Teclado Inteligente). A nova versão do AP II tem um teclado com microprocessador próprio, gerador de caracteres em Português, maiúsculas e minúsculas, 2Kb de RAM e 2Kb de ROM . Nem todos seguiram o mesmo caminho da Unitron. A Spectrum, por exemplo, já no primeiro modelo do seu Microengenho procurava uma inovação apresentando um novo design. Hoje, o Microengenho II vem com os incrementos do IIe, teclado numérico reduzido, caracteres em Português e uma nova apresentação: UCP e teclado estão separados. A CCE foi outra empresa da linha Apple que procurou abrir novos caminhos ao lançar o Exato. O equipamento vinha com modulador de RF, o que permite ligá-lo diretamente ao aparelho de TV (Fonte: Micro Sistemas-Julho 1984) Retirado so site http://cobit.mma.com.br/ Mais sobre o Apple aqui http://apple2history.org/ http://www.apple2.com.br/ (Comunidade Brasileira de Colecionadores de AppleII) "Quantas coisas nos separam daquele homem que não sabia medir o tempo, que acreditava que as estrelas eram candelabros de luzes e que a Terra era plana..." (Ricardo Zelenovsky - Developers' Magazine - 11/2000)
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Re:Um pouco de historia (da Apple) 2007/08/25 16:51
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LISA muito a frente do seu tempo... Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. LISA O Lisa foi um computador pessoal (PC) revolucionário lançado pela Apple Computer em 1983. Foi o primeiro PC a ter um mouse e uma interface gráfica. Essa interface foi inspirada nas estações de trabalho Xerox. A idéia atrás do Lisa era tornar os computadores mais fáceis de usar, aumentando assim a produtividade. O projeto Lisa começou em 1978. Steve Jobs, co-fundador da Apple, participou de seu desenvolvimento até 1982, quando juntou-se ao projeto Macintosh. A origem do nome Lisa é um mistério. Alguns pensam que é o acrônimo de Local Integrated Software Architecture, outros dizem que vem do nome da filha de Jobs, e que o acrônimo foi inventado mais tarde para combinar com o nome. O Lisa foi lançado em 19 de janeiro de 1983 a um preço de US$ 9995. Utilizava um microprocessador Motorola 68000 a 5 MHz, tinha 1 MB de RAM, memória virtual, um disco rígido externo de 5 MB e dois leitores de disquetes 5,25" de 871 KB. Seu sistema operacional era o Lisa OS, que já era multitarefa não-preemptivo (cooperativo), função extremamente avançada para a época. Essa função era, em parte, responsável pela lentidão do processamento. Apesar de seu caráter revolucionário para a época, o Lisa foi um enorme fracasso comercial para a Apple. Em uma época em que 96 KB de RAM eram considerados uma extravagância, parte importante do preço do Lisa (e do seu fracasso) pode ser atribuída ao seu excesso de memória. A título de comparação, em 1990 ainda se vendiam computadores com menos memória que o Lisa proporcionava 7 anos antes. O folclore da computação conta que a Apple mantém um número significativo de Lisas não vendidos em um estoque em Utah. Hoje em dia, os Lisa que ainda funcionam tornaram-se objetos de coleção pelos quais os usuários estão dispostos a pagar milhares de euros. O Lisa 2 Na mesma época do surgimento do Macintosh, em janeiro de 1984, o Lisa foi substituído pelo Lisa 2. Este computador tinha um leitor de disquetes 3,5" de 400 KB ao invés dos dois leitores 5,25" 871 KB do primeiro Lisa. Versões com disco rígido de 5 MB e 10 MB foram comercializadas com o nome de Lisa 2/5 e Lisa 2/10. Em janeiro de 1985, o Lisa 2/10 foi equipado com um emulador Macintosh e rebatizado Macintosh XL. Mais Informações sobre o lisa http://dmoz.org/Computers/Systems/Apple/Lisa/ http://www.mprove.de/diplom/text/3.1.8_lisa.html http://en.wikipedia.org/wiki/Apple_Lisa
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Re:Um pouco de historia (da Apple) 2007/08/25 16:52
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Macintosh, A SAGA
Macintosh, ou Mac, é o nome dos computadores pessoais fabricados e comercializados pela Apple Computer desde janeiro de 1984. O nome deriva de McIntosh, um tipo de maçã apreciado por Jef Raskin.
Origens
As bases do projeto Macintosh surgiram no início de 1979 com Jef Raskin, que imaginou um computador fácil de utilizar e barato para o grande público. Suas idéias foram repertoriadas no O Livro do Macintosh.
Em dezembro de 1979, Jef Raskin foi autorizado a lançar o projeto e começou a procurar um engenheiro capaz de construir o primeiro protótipo. Bill Atkinson, um membro do projeto Lisa, apresentou-o a Burrell Smith, um técnico que acabara de ser contratado naquele ano. Segundo certas fontes, Bill Atkinson teria dito a Jef Raskin: Jef, this is Burrell. He's the guy who's going to design your Macintosh for you. [1] (Jef, este é o Burrell. Ele é o cara que vai projetar o Macintosh para ti.)
O primeiro protótipo
O primeiro protótipo de Burrell Smith obedecia às especificações de Jef Raskin: tinha 64 KB de memória, utilizava o lento microprocessador 6805E da Motorola e tinha um monitor de 256 x 256 pixels em preto e branco. Bud Tribble, um programador trabalhando no projeto Macintosh, propôs que se adaptassem os programas gráficos do Lisa e perguntou se seria possível integrar o processador Motorola 68000 do Lisa no Macintosh, mas mantendo o baixo custo de produção. A partir de dezembro de 1980, Burrell Smith desenvolveu uma placa que continha não somente um processador 68000, mas que, além disso, o fazia rodar a uma freqüência de 8 MHz em vez de 5 MHz. Ele tinha também um monitor com 384 x 256 pixels. Esta máquina utilizava menos controladores de memória que o Lisa, tornando sua fabricação bem mais barata.
Steve Jobs e o PARC
O projeto inovador do Macintosh atraiu a atenção de Steve Jobs, que saiu do projeto Lisa com sua equipe para se concentrar no projeto Macintosh. Em janeiro de 1981, ele tomou a direção do projeto, forçando Jef Raskin a deixar o mesmo.
Steve Jobs tinha visitado os laboratórios de desenvolvimento da Xerox em Palo Alto (Palo Alto Research Center, o PARC) em dezembro de 1979, três meses antes do lançamento dos projetos Lisa e Macintosh. Tendo descoberto que a Xerox desenvolvia uma tecnologia de interface gráfica, ele havia negociado essa visita em troca de ações da Apple. É evidente que essa visita influenciou muito Steve Jobs no desenvolvimento do Lisa e do Macintosh.
Lançamento
O Macintosh foi lançado em 24 de janeiro de 1984, com um preço de US$ 2495. Vinha equipado com 128 KB de memória (assim o nome Macintosh 128k) e rodava com o sistema operacional Mac OS.
Apesar de uma acolhida entusiástica, ele era radical demais para alguns: como a máquina era construída em torno da interface gráfica, todos os programas em linha de comandos existentes tiveram que ser completamente adaptados. Isso contrariou a maior parte dos desenvolvedores de software, sendo a causa principal da falta de programas para o Macintosh no início.
O PowerPC
No início dos anos 1990, a aliança Apple Computer - IBM - Motorola anuncia a série de processadores PowerPC a arquitetura RISC. Os primeiros Macintosh utilizando o PowerPC surgiram em 1994. Devido à incompatibilidade dos processadores PowerPC e 68000, todas as aplicações Macintosh tiveram de ser reescritas, inclusive o sistema operacional Mac OS. A Apple, reconhecendo o problema, desenvolveu um software emulador para rodar programas escritos para a família 68000 nos PowerPC, mas essa solução intermediária tornava as aplicações bem mais lentas do que os programas compilados diretamente para o PowerPC. À medida que o tempo foi passando, cada vez mais programas foram sendo desenvolvidos diretamente para o PowerPC, e o uso do emulador tornou-se desnecessário. A escolha de utilizar processadores a arquitetura RISC em vez de CISC (como os x86 da Intel) foi (e ainda é) uma decisão controversa.
Os clones
A partir de 1995, para contrabalançar as perdas de mercado, a Apple passou a autorizar outras empresas, como Umax ou PowerComputing, a fabricar clones do Macintosh, que acabaram por se extinguir em 1997.
Mac OS X
Em abril de 2001, o Macintosh passou por uma segunda grande evolução, desta vez no seu sistema operacional, com a passagem ao Mac OS X, baseado no kernel UNIX Mach derivado do BSD.
O que um chip Intel faz dentro de um Mac?
No final de 2005, Steve Jobs surpreende o mundo da informática ao anunciar que a Apple estava prestes a trocar os processadores PowerPC de seus computadores por processadores da Intel. A razão alegada por Jobs é o desempenho decepcionante dos PowerPC da Motorola. Os primeiros modelos de Macintosh equipados com chips da Intel apareceram à venda em janeiro de 2006: o MacBook Pro e o iMac, ambos equipados com o processador Intel Core Duo. A Apple anuncia que o MacBook Pro é quatro vezes mais rápido do que o PowerBook G4, e o iMac duas vezes mais rápido que o iMac G5. A frase de campanha comercial da Apple para os novos modelos, bastante provocante, é: "O que um chip Intel faria dentro de um Mac? Muito mais do que já fez em qualquer PC.".
Boot Camp
Em 5 de abril de 2006 a Apple anuncia a disponibilidade de Boot Camp, uma coleção de tecnologias que auxilia usuários na instalação de Windows XP Service Pack 2 (edições Home ou Professional) em computadores Macintosh baseados em processadores x86. A Apple acredita, com esse lançamento, que Boot Camp torne o Mac ainda mais atraente para os usuários de Windows que consideram a possibilidade de trocar seu PC por um Macintosh.
Fonte Wikipédia, a enciclopédia livre.
TO BE CONTINUED....
Postagem editada por: marciogd, em: 2007/08/25 16:52
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Re:Um pouco de historia (da Apple) 2007/08/25 16:56
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Inovações do MAC OS
O sistema operacional, originalmente chamado the System Software ou System, tornou-se oficialmente conhecido como Mac OS na versão 7.6 (apesar de, mais precisamente, a versão 7.5.1 ter sido a primeira a mostrar o logo Mac OS e ser a primeira versão do Mac OS sob este nome). Em Março de 2001, a Apple introduziu um sucessor moderno e mais seguro, baseado no sistema operacional Unix, o Mac OS X (o X é pronunciado "dez", sendo um número romano).
Desde o seu início, o Macintosh introduziu ou popularizou um grande número de inovações adotadas mais tarde por outros PCs e sistemas operacionais.
Inovações introduzidas ou popularizadas com o Macintosh original:
* Uma interface gráfica, ícones, um desktop, etc. * O uso do mouse * O clique duplo (double click) e o drag-and-drop (clicar-e-arrastar) para realizar ações com o mouse. * WYSIWYG em edição de texto e gráficos ("what you see is what you get" - “O que você vê é o que você obtém”) * Nomes de arquivo longos, com espaços e sem extensão (até 31 caracteres antes do Mac OS X, aumentado para 255 caracteres com o Mac OS X) * O leitor de disquetes 3.5" de série * Áudio de série, incluindo um alto-falante de qualidade * Design industrial estético e ergonômico (melhorado com os modelos mais recentes, particularmente o iMac original em 1998)
Inovações introduzidas ou popularizadas com os Macintosh mais recentes:
* A impressora laser PostScript * Publicação pessoal (Desktop publishing) * Programação pelo usuário através do HyperCard e AppleScript * A interface SCSI (Mac Plus, 1986) * Entrada de Áudio de série (Mac IIsi & Mac LC, 1990) * Leitor de CD-ROM de série (Quadra 900, 1991) * Um ambiente de trabalho único distribuído em diversos monitores * Suporte Ethernet de série (Quadra 700 & 900, 1991) * FireWire, também conhecido como IEEE 1394, um standard desenvolvido pela Apple e promovido também pela Sony sob o nome iLink (G3 Azul e Branco, 1998) * rede sem fio IEEE 802.11b e IEEE 802.11g (wireless networking), denominados comercialmente AirPort, AirPort Extreme, e AirPort Express pela Apple (iBook original, 1999) * O abandono do leitor de disquetes (iMac original, 1998) * O primeiro computador disponível comercialmente a se basear principalmente no USB para a conexão de periféricos. (iMac original, 1998) * Arquitetura RISC na forma do processador PowerPC, desenvolvido conjuntamente pela Apple, IBM e Motorola (Power Macintosh 6100, 1994) * O primeiro leitor DVD-R a preço popular ("SuperDrive", Power Mac G4, 2000) * Monitores planos de série (iMac G4, 2002) * Primeiros notebooks com mouse de série e teclados externos (série PowerBook 100, 1991) * Primeiro notebook com replicador de portas, para uso como desktop (PowerBook Duo, 1992) * Primeiro notebook com monitor de tela larga (PowerBook G4, 2000) * Primeiro computador pessoal a arquitetura 64-bit (PowerMac G5, 2003)
HEheheheh Acho que me empolguei um pouco e o topico ficom bem grande se o pessoal não gostar deixem esse topico morrer, agora se a turma quiser posto mais coisas especialmente as mais raras como textos de revistas da epoca dos lançamentos ou produtos que a Apple lançou que são como verdadeiras lendas como o videogame da Apple (Sim ate nisso a M$ copiou a Apple ) ou o newton enfim desculpem-me se não gostaram ok
Abraço a todos
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Re:Um pouco de historia (da Apple) 2007/08/26 00:07
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Muito bom, por isso eu fixei esse topico.
[]s
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Re:Um pouco de historia (da Apple) 2007/08/26 14:55
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Bacana mesmo! Parabéns pela iniciativa  Postagem editada por: Guilherme, em: 2007/08/26 14:57
MacBook Pro 15.4" - 2.33 GHz Intel C2D - 2Gb RAM |
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Re:Um pouco de historia (da Apple) 2007/08/27 12:03
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valeu por fixar o topico, ja que a galera gostou vou continuar ok Dando continuidade a nossa viagem atravez da historia da Maçã (APPLE Computer) vejamos agora um pouco da historia do primeiro PDA do mundo o Newton Conheça o Newton O Newton foi o PDA (ou mini computador) da Apple, que foi lançado em 1993 (o modelo que tenho data de 1997, depois deste, saiu um ultimo Newton, o MP2100, com mais memória). Esta máquina foi uma pequena revolução em termos tecnológicos: # Interface orientado á tarefa. # Sistema de Arquivos orientado a base de dados (soups). # Excelente sistema de reconhecimento de escrita. # Muito rápido - (Até há pouco tempo os Palms eram a 33 MHz.) Características Técnicas: Strong ARM 110 a 162 MHz (RISC) 5 Mb de RAM (1 Mb de DRAM + 4 Mb de Flash RAM) 8 Mb de ROM tela de 480 x 320 pixels (half VGA) com 16 níveis de cinza. Backlight verde fluorescente. 2 Slots PC Card (PCMCIA) de Tipo II. Conectores RC-422, Audio In / Out, IrDA. Newton OS 2.1 Quando Steve Jobs regressou à Apple (depois da compra da NeXT), acabou com a Newton Inc. Entretanto continua a haver uma comunidade Newton bastante ativa, foram dados suporte para Wireless Lan (802.11b), ATA (Compact Flash, etc), MP3s, etc. Links sobre o Newton: # Newton Gallery - Todos os Newton e derivados que viram o dia (e outros que nunca viram). http://www.msu.edu/~luckie/newtgal.htm # Kallisys - Software util para o Newton. (Ver também o DCL) http://www.kallisys.com/ Mais sobre o Newnton http://en.wikipedia.org/wiki/Apple_Newton O Newton. De triste história, acabou sendo um fracasso comercial, em parte por erros de posicionamento do produto, em parte porque ele estava muito à frente de seu tempo. O sistema operacional Newton OS era mais rápido, mais elegante e melhor, em suma, que os posteriores Palm OS e Symbiam, e hoje poderia estar sendo usado em celulares inteligentes. De toda forma, a certa altura da evolução do Newton, a Apple criou uma versão educacional, também de vida curta, chamada eMate. Tratava-se de um Newton em formato de notebook, que usava teclado e caneta, vinha embutido em um invólucro de plástico verde translúcido, arredondado e meio parecido com uma lancheira, sem disco rígido, feito para ser resistente a quedas. O design dos posteriores iMacs e iBooks deve alguma coisa aos eMates. O eMate viveu menos de um ano, entre março de 1997 e fevereiro de 1998. Usado hoje, traria o peso das restrições tecnológicas de seis anos atrás: tela monocromática (as coloridas ainda eram muito caras e consumiam muita energia), ausência de recursos multimídia e, pior, conectividade e acesso à internet bem limitados. Mas ele tinha, por outro lado, recursos inspiradores: robustez, leveza (dois quilos), portabilidade, design atraente para crianças e adolescentes e bateria de longa duração (28 horas ligado). Podia-se entrar com texto usando o teclado e a caneta. Podia-se escrever com o teclado e, na mesma tela, fazer um desenho com a caneta. Não era necessário salvar um documento, pois o sistema operacional fazia isso sozinho. A Apple também patrocinou algumas iniciativas educacionais com o eMate, mas a curta vida do equipamento não permitiu que resultados expressivos aparecessem. Quando trago o eMate à tona, não é minha intenção mergulhar os leitores num banho de nostalgia tecnológica. Eu falo do eMate porque me parece difícil imaginar, conceitualmente falando, um computador educacional melhor do que este. Especialmente agora, quando o super-festejado computador de cem dólares do MIT está batendo à nossa porta, prometendo trazer a resposta para todas estas questões (a do preço, parece, ele já trouxe). O eMate inspira não porque era perfeito, mas por indicar um caminho consistente. Para reviver bons momentos com o Newton ou para conhece-lo: Emulador NewtonOS em plataformas Linux! Essa versão do emulador NewtonOS, percursor dos PDA atuais e projeto abandonado pela Apple em 1998, foi especialmente desenhado para os desenvolvedores que sentem interesse nas funções desse sistema operacional. O objetivo de Einstein Platform é criar um porte X11, de tal forma que NewtonOS esteja compatível com os dispositivos ARM rodando sob Linux. http://terrabrasil.softonic.com/ie/48338/Einstein_Platform Programas para Newton OS http://www.kallisys.com/newton/Boa viagem Mais sobre o Newton em breve Abraços Postagem editada por: marciogd, em: 2007/08/27 12:08 Postagem editada por: marciogd, em: 2007/08/27 12:11
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Re:Um pouco de historia (da Apple) 2007/09/01 19:23
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Dando Continuidade ao Topico Agora falando um pouco de um produto que é quase uma lenda no mundo da tecnologia O videogame da Maçã A investida da Apple no mercado de videoGame & plataformas Multimedia O Pippin foi mostrado na feira Mac World, em São Francisco (EUA), em janeiro de 96. Mais de 70 mil visitantes puderam conferir seu modelo-protótipo em primeira mão. O Pippin era uma plataforma multimídia fabricada em aparceria com a japonesa Bandai com chip Power PC de 64 bits que vinha com drive CD-ROM de quádrupla velocidade e fax/modem interno para permitir acesso à internet e outros serviços on-line. Tem a mesma estrutura de um computador Macintosh, só que sem disco rígido. Apesar das funções de computador, seu design era mais parecido com o de um console de videogame domético. Um detalhe chama a atenção: além dos botões convencionais, o joystick do Pippin tem um pequeno trackball, muito parecido com o mouse usado nos computadores portáteis. Para completar, o Pippin podia ser ligado tanto a aparelhos de TV com a monitores SVGA. O preço para quem quiser levar essa audaciosa máquina para casa era de Proibitivos: 500 dólares,(muito caro para os padrões de videogames, para comparação os consoles de ponta geralmente são lançados a 399 dolares nos EUA), é claro. Seu lançamento foi no primeiro semestre de 96, Existem poucos jogos lançados para o sistema e poucos sabem que este videogame existiu e por isso mesmo é praticamnete impossível que ele fosse para a frente. mas não deixa de ser curiosa essa rapida passagem da Apple pelo mundo dos Videogames, principalmente agora com a M$ apostanto alto nesse mercado, quem sabe com o sucesso dos Ipods a Apple não se anima e prepara uma nova investida nesse mercado para competir com Sony e M$, já pensou num mac mini misturado ao Pippin Power Player... Tudo Sobre o Pippin Aqui http://www.macgeek.org/museum/pippin/Mais Informações Sobre o Pippin http://assembler.roarvgm.com/Apple_Bandai_pippin/apple_bandai_pippin.html
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Re:Um pouco de historia (da Apple) 2007/09/01 19:26
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Continuando a serie sobre Computadores Apple hoje apresento a vocês o Apple IIgs ( O Ultimo Suspiro do Apple II) Anunciado em Setembro de 1986, o Apple IIgs (g=Graphic e s=Sound) foi criado para fazer frente aos computadores Amiga 1000 e Atari520ST, e pode ser considerado uma ponte entre a linha Apple II e o Macintosh (naturalmente ele não suporta os softwares do Macintosh) As vendas iniciaram com muita força, já que a linha Apple II havia se consolidado, chegando a superar as vendas do Macintosh black and white, que era a menina dos olhos da Apple no momento. Estranhamente, a Apple queria apostar no Macintosh para o futuro, mas não queria desapontar os usuários do Apple II. Tanto é que o número de propagandas e comerciais produzidos para o Apple IIgs podem ser contados em uma mão. No entanto, devido ao grande número de empresas que haviam investido milhões na produção de periféricos e softwares para a linha Apple II, acreditaram no IIgs e em pouco tempo uma grande variedade de jogos e aplicativos foram criados, aproveitando todos novos recursos disponíveis, e um outro tanto foi convertido e aperfeiçoado. Se o computador tivesse sido lançado um ano antes, as coisas poderiam ter sido diferentes. O Apple IIgs foi descontinuado em 1992. Em uma última tentativa desesperadora, engenheiros do Apple II e outras empresas, apresentaram o projeto do Apple IIGS Plus, com pseudo nome de "Mark Twain". Ele tinha um processador 65C816 de 8Mhz 65C816, um SuperDrive embutido, 2MB na placa mãe, e um hard drive. O protótipo foi criado e um grupo de usuários testou e fez excelentes comentários sobre esta nova máquina, que poderia desbancar o Macintosh sem perder a popularidade do Apple II. Como isto iria acabar com a nova linha Macintosh, desperdiçando os vários milhões já investidos, os executivos da Apple vetaram este projeto, pondo fim à era Apple II. O IIgs era constiuído do processador 65C816 da Western Design Center, rodando a 2.8 Mhz (ROM 03) ou 1 Mhz (ROM 01). Foi incluído novas funções para gráfico e som, e era inicialmente oferecido com 256k de RAM, expansível até 8 MB. O IIgs tabém era oferecido com 128k de ROM, expansível até 1 MB. O IIgs possuia uma interface visual semelhante ao Mac, porém com um sistema operacional novo, compacto e exclusivo, além de introduzir o Apple Desktop Bus (AD  port. O IIgs foi o primeiro computador a incluir um chip Large Scale Integration (LSI) , criado por Steve Wozniak, e chamado de IWM (Integrated Woz Machine). Posteriormente o IIgs foi oferecido com 1 MB de RAM, e 256k de ROM. Ele poderia também suportar um adaptador SCSI, este foi o ROM 03. Muitas empresas melhoraram os periféricos oferecidos pela Apple e outras criaram coisas novas para o Apple IIgs (como upgrades para o processador, chegando a superar 18 Mhz). Além disso, cada máquina tinha um chip sintetizador musical embutido, o Ensoniq 5503 Digital Oscillator, capaz de criar efeitos digitais em várias escalas. Tinha também 64K de RAM (separado da memória principal) dedicado a carregar waveform patches no sintetizador. O chip tinha uma resolução de 8-bit e poderia gerar e gravar sons stereo, com o ADC, mas a Apple somente vendeu o IIgs com uma saída 1/8" *mono* headphone. Você poderia comprar um hardware para demultiplex o sinal stereo e capturá-lo. O chip tem 32-oscillators, significando que é capaz de 32 voices! O firmware do GS agrupa os canais (reserva 2 para timings) para poder gerar mais de 15 canais default. Até início dos anos 90, ele era o computador pessoal mais poderoso existente para música e som, muito mais do que o Amiga e o até mesmo do que os Macintosh ofereciam. Retirado do site http://www.apple2.com.br/index.php
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Re:Um pouco de historia (da Apple) 2007/11/03 18:43
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Possivel Origem para o logo da Apple retirado parcialmente de um forum da internet
essa e a mais bonita teoria para a criacao da logomarca da maca
sempre me perguntei se a história dele tem alguma relação com aquela mordida que aparece no Logo da Apple, a história dele é bem interessante e cada vez que vejo o logo da Apple lembro da sua vida, o que ele fez para ser uns dos primeiros desenvolvedores do computador, daí lembro também daquela maçã da Apple com a cor do arco-íris, símbolo do movimento gay em todo mundo e fico pensando, de novo, será que Steve Jobs quis fazer uma homenagem ao cara? Será....? Bem.... em todo caso para quem não conhece a história de Alan Turing, que tenha paciência em ler... abraços!
Quem Foi? Alan Turing
O inventor do computador salvou o mundo do nazismo. Sua recompensa foi uma cela de prisão, condenado por homossexualismo
Por Denis Russo Burgierman Editor da revista Superinteressante
O que dizer de um homem que criou a teoria da computação e, não satisfeito, arregaçou as mangas e assumiu um papel central na construção dos primeiros computadores? De um matemático que venceu com cálculos as bombas de Hitler? No mínimo, que merecia uma estátua no Vale do Silício, um enterro com glórias de herói, que seu nome deveria virar nome de ruas, avenidas, universidades. Mas esse homem morreu esquecido. Sua história só é conhecida graças à biografia monumental, escrita em 1983 pelo matemático Andrew Hodges. Mas estou me adiantando. Comecemos do começo.
Alan Turing nasceu em 1912, em Londres. Era um garoto tímido, sem muito talento para o convívio social e sem muito cuidado com a aparência. Na escola, destacava-se apenas por ser esquisito - introvertido, irônico, pouco disposto a respeitar regras. Um cara tão estranho que, no futebol, gostava de ser bandeirinha.
Aos 16 anos, conheceu um garoto muito inteligente chamado Christopher Morcom. Naquele momento, Turing descobriu um fato que mudou sua vida (e, novamente me adiantando, aproximou sua morte): ele era gay. Chris morreu em 1930 de pneumonia bovina (transmitida pelo leite). Essa primeira paixão marcaria Alan para sempre. Foi em parte devido à vontade de continuar o legado intelectual do amigo que Turing se aplicou nos estudos, na faculdade de Matemática, e tornou-se conhecido dos professores de Cambridge por seu raciocínio brilhante.
Em 1937, publicou um artigo - "Sobre as Máquinas Computáveis" - que teve uma importância enorme para a matemática pura: nele, provava que existiam cálculos impossíveis de serem feitos. Mas também trazia uma aplicação prática que ninguém, na época, percebeu. Turing imaginara uma máquina capaz de fazer todos os cálculos possíveis, desde que lhe dessem as instruções adequadas. O artigo não fazia menção a chips ou processadores - continha apenas fórmulas matemáticas. Mas a descrição era exatamente daquilo que, mais tarde, mudaria o mundo com o nome de computador.
Por falar em mudar o mundo, naquele momento surgia um austríaco obcecado por impor suas idéias ao planeta: Adolf Hitler. Um de seus trunfos era uma máquina chamada Enigma - um sistema de engrenagens capaz de embaralhar as letras das mensagens antes da transmissão por telégrafo. Os alemães consideravam esse código indecifrável. Caberia a Turing, convocado em 1939 pelo exército britânico, decifrá-lo.
Um ano mais tarde, a guerra parecia uma barbada para Hitler. A Europa continental havia caído e as ilhas britânicas estavam, bem, ilhadas - dependiam dos navios que cruzavam o Atlântico com armas e mantimentos americanos. Os submarinos alemães afundavam 200 000 toneladas de embarcações todo mês e o único jeito de descobrir a posição dos submarinos era decifrar suas mensagens.
Turing tirou a cabeça das máquinas teóricas e sujou as mãos na graxa de engenhocas reais. Uma delas, o Colossus, é tataravó do PC no qual digito agora. No começo, elas demoravam semanas para tornar uma mensagem compreensível. Mas, em 1942, os ingleses já decodificavam 50 000 mensagens por mês, uma por minuto. Os submarinos alemães eram abatidos como moscas. O preconceituoso Hitler, cuja equipe olímpica tinha sido derrotada em 1936 pelo atleta negro americano Jesse Owens, perdia a guerra para um intelectual homossexual.
O ditador nunca soube disso. Aliás, nem a mãe de Turing. Sua participação na guerra permaneceu secreta por décadas. Tanto que, quando a polícia o prendeu em 1952 por grande indecência - em outras palavras, homossexualismo -, ninguém o defendeu dizendo que se tratava de um herói de guerra. Para enfrentar o julgamento, teve que se afastar de suas pesquisas sobre inteligência artificial - Turing é inventor de um teste até hoje usado para decidir se uma máquina pensa. Acabou condenado a um tratamento com hormônios que arruinou seu físico.
Na noite de 7 de junho de 1954, atormentado, o matemático deitou-se na cama e mordeu uma maçã. Na manhã seguinte, não acordou. A fruta havia sido mergulhada numa jarra de cianeto.
PUBLICAÇÃO: Superinteressante DATA: 00/12/2000 EDIÇÃO: 159 PÁG.: 32
Postagem editada por: marciogd, em: 2007/11/03 18:54
Postagem editada por: marciogd, em: 2007/11/03 18:55
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